Quem comeu a banana?

Enredo:

 Um avião despenha-se numa ilha e os sobreviventes perceberam que a quantidade de comida era limitada. Resolveram ir a procura de comida pela ilha. Descobriram algumas palmeiras com bananas e resolveram discutir como iria ser feita a distribuicao da mesma pelos participantes. Como não chegaram a acordo sobre a distribuição,  decidiram delegar um dos sobreviventes para guardar, racionalizar e distribuir a quantidade diaria necessaria. No dia seguinte, quando acordam, eles descobriram que uma grande quantidade de bananas desapareceu, convocaram uma reuniao para  discutir/debater quem foi o responsavel pelo desaparecimento das bananas.

Objectivos:

  • Perceber como os participantes baseiam os seus argumentos em preconceitos e estereótipos.
  • Adquirir habilidades de trabalho em equipa e aprender como lidar com situacoes sob pressão. Interpretar e representar a personagem atribuida atraves de um jogo teatral.
  • Reconhecendo o valor da partilha e simultaneamente mostrar empatia pelo proximo.
  • Estimular o poder critico atraves de ideias e opinioes sobre o tema.

Duração:

25-30 minutos

Grupo alvo:

Adolescentes - idades compreendidas entre os 10 e os 14 anos

O tamanho do grupo:

10 pessoas

Nome do grupo:

As Bananas

Descrição:

E pedido aos participantes que fechem os seus olhos e que imaginem uma viagem de aviao. Atraves do uso de um suporte audiovisual, os participantes experienciarao o momento da queda do aviao numa ilha. Assim que os participantes abrirem os olhos, encontrar-se-ao sozinhos numa ilha com acesso limitado a comida. (Assim que a procura se inicia, demoram 2 horas para encontra-la). Os mesmos sao informados sobre a existencia de uma bananeira e a necessidade de fazerem a recolha e respectiva distribuicao. A pessoa escolhida para guardar as bananas, informa os participantes que algumas bananas desapareceram. E pedido aos participantes para descobrirem o que aconteceu e o porque. Senao o fizerem, morrerao a fome. 

Recursos:

  • Papel cenario,
  • marcadores, post its,
  • cadernos,
  • lapis,
  • canetas,
  • 15 bananas,
  • efeitos visuais, musica.

Interrogatório:

Como e que os partipantes se sentiram. Qual foi a personagem por quem sentiram mais compaixao. Como se sentiram sobre a decisao final. Se sentiram que a personagem tinha algumas parecencas com a sua personalidade. Em que sentido o jogo alterou a sua perspectiva na forma como ve os outros. Se a comida foi distribuida de uma forma justa.

Dicas para os facilitadores:

  • Delegar um dos facilitadores para representar o papel do sobrevivente que toma conta das bananas.
  • Garantir que os participantes compreenderam as regras do jogo. Motivar e encorajar os participantes.
  • Orientar os participantes ao longo do processo das decisoes que devem tomar durante o desenrolar do jogo.
  • Dificultar as decisoes dos participantes.
  • Proporcionar conforto aos participantes, fornecendo agua e bolachas durante o debate sobre a actividade quando esta estiver concluida.

A Epidemia

Enredo:

Os participantes estão na ilha.
O Doctor e outro facilitador exploravão a ilha e descobrem "Os Outros" a realizar um ritual (pensam que estão a beber sange).
Uma das personagens que explorou a iha fica doente e morre em frente dos restantes sobriviventes. Antes de morrer infecta 4*.
O Doctor só tem medicamentos para salvar uma pessoa *tem que decidir quem*, depois ele dá uma alternativa que é plantas medicinais que estão com "Os Outros". (Deverão pedir ajuda aos "Os Outros"? Quem vai?)

Objectivos:

  • Competencias: Capacidade para se colocar na "pele de outra pessoa"
  • Empatia para com a situação envolvente
  • Experenciar e reconhecer racismo, descriminação e esteriotipos.
  • Desenvolcer capacidades de comunicação, decisão e liderança
  • Conhecimento pessoal

Direitos Humanos relacionados:

  • Justiça social: racismo, discriminação, estereótipos.
  • Direteio a vida
  • Direito a saúde
  • Liberdade de escolha

Público alvo:

Geral

Duração:

60-90 minutos

O tamanho do grupo:

15-20

Descrição:

. Os participantes interagem entre si.
. Assustado, médico e F voltar de caminhada exploração e informá-los sobre "os outros" (tribo primitiva fazendo um ritual e, aparentemente, beber sangue)
. Enquanto o médico está falando F tosse, e mostra alguns dos sintomas da doença. Doutor pára de falar, vai trazer "algo".
Doutor ordens 3 caracteres específicos para cuidar dele.
. F morre tossindo sangue na frente de todos os participantes. (Doctor evita tocar no paciente)
. Doutor ordena os mesmos caracteres para obter o corpo fora do quarto.
. Enquanto eles estão fora, ele informa que a transferência doença tocando. Adverte a todos para não tocá-los, talvez isolá-los.
. Doctor diz a todos que ele tem 1 medicamentos, ele bebeu um deles. 1 é deixado para eles para decidir quem vai levá-la.
. Discussão entre todos os participantes.
. Doutor informa sobre medecin alternativa através de uma erva que encontrou no lado "do outro".
* Se eles enviar alguém saudável se correrá o risco de serem expostos à doença. Se eles enviam uma pessoa já doente, a viagem leva 5 horas para chegar lá, eles não podem fazê-lo

Recursos:

  • Quarto
  • sangue falso (ketchup)
  • Remédio
  • * Doutor deve olhar elegante (por exemplo: botão de camisa) e inteligentes (óculos)

Interrogatório:

* Como é que se sente? Em geral, para o médico, e as pessoas infectadas.
*O que você aprendeu ?
* Foi difícil separá-lo realidade do personagem?
* Como você reagiria a essa situação como o verdadeiro você?
*Morte
*Doença

Dicas para os facilitadores:

  • . Esperar uma variação de emoções
  • . Considere reações agressivas.
  • . Médico deve evitar pacientes / pessoas tocar infectados, a fim de sobreviver, ao mesmo tempo tenta ajudar.
  • . Facilitador tem que fingir que ele / ela está morrendo, mas não necessariamente precisa fingir ser morto.
  • . O facilitador morreu gradualmente no meio da cena, onde podemos mostrar os aspectos de morrer aos poucos.

A Bala Fantasma

Enredo:

Um avião despenha-se numa ilha deserta. X pessoas sobrevivem. Um dos destroços do avião será usado como abrigo, mas está cheio de cadáveres. Os sobreviventes removem os cadáveres, e entre eles está um policia que foi baleado na cabeça, e sua arma desapareceu. Durante a noite, enquanto todos estao a dormir, um dos participantes também é baleado na cabeça ( a ????). Há uma discussão sobre quem tem a arma, e a mulher muçulmana é apontada como culpada . Na noite seguinte, a mulher muçulmana morre e a arma não está com ela. Há uma outra discussão e alguém encontra a arma no aviao, com todas as balas no interior

Objectivos:

  • 1 - Parar com o uso de estereotipos no julgamento de outros.
  • 2 - Pensar acerca da maneira como as decisoes sao tomadas (pontos em comum)
  • 3 -  Atribuir competencias ao facilitador para guiar 

Direitos Humanos Relacionado:

  • Artigo 2:Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna, nascimento ou outro estatuto. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania
  • .Artigo 3:Todas as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
  • Artigo 5: Ninguém pode ser mantido em escravidão ou em servidão; a escravatura e o comércio de escravos, sob qualquer forma, são proibidos.
  • Artigo 18: Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de crença, assim como a liberdade de manifestar a sua religião ou crença, sozinho ou em comunidade com outros, quer em público ou em privado, através do ensino, prática, culto e rituais.
  • Artigo 19:Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, este direito implica a liberdade de manter as suas próprias opiniões sem interferência e de procurar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de expressão independentemente das fronteiras.

Público alvo:

Entre os 18 e 30 anos

Duração:

90 Minutos

Tamanho do Grupo:

Entre 10-20

Descrição:

Descobrir o Enredo

Recursos:

  • 1 - Som de uma arma a ser disparada.
  • 2 - Burka, ou algo para cobrir a cara da mulher muculmana.
  • 3 - Maquilhagem para a pessoa que e assassinada

Interrogatório:

O que você sentiu durante este jogo? Você se sentiu envolvido com seu personagem? Por que você fez a defesa o seu personagem? Você concorda com o que você fez durante o jogo? Você tem empatia com o advogado?

Notas e dicas para os facilitador:

  • Manter vivo o debate o tempo todo, dar liberdade para a sua participação para ver o que eles querem fazer, não dar espaço para as pessoas que questiona a sua interpretação, aponte a mulher muçulmana como o responsável pela morte da criança, encontrar o arma com todas as balas dentro e dizer aos participantes, não dar a sua própria opinião e sinta-se livre para alterar qualquer uma das regras para adaptá-lo à sua situação.

Sobreviver

Enredo:

O grupo está num avião que colide e aterra em uma ilha. Agora o grupo enfrenta como sobreviver juntos. 

Objectivos:

  • Compreender o valor de viver juntos
  • Compreender os direitos e as responsabilidades
  • Compreender as regras
  • Compreender as regras sociais
  • Fomentar a comunicação
  • Introduzir a democracia 

Tempo:

90 minutos

Direitos Relacionados:

Descrição:

10-15 minutos

Há sempre um narrador que não faz parte da história (esta pessoa está encarregada de fornecer os materiais, contar a historia e fazer as perguntas).

- Os facilitadores começam contando a historia:

Estamos aqui, no avião, juntos, cada um está a ir até a sua destinação (esta é a oportunidade para os participantes de apresentar-se, conhecer os nomes e as historias pessoais, reais o imaginarias). 

- Os facilitadores explicam que há uma situação de colisão de avião. Nós aterramos na ilha (as personagens criativas, discriminadas, reflexivas e autoritárias já foram apresentadas como partes das personagens). 

45 minutos

- Aos sobreviventes será dado um mapa da ilha e uma tarefa: estabelecer a sua comunidade: 

  • Decidir onde vão viver 
  • O que precisa este lugar
  • Que recursos são disponíveis
  • Quais são os seus direitos e responsabilidades 
  • quem faz que (papeis na sociedade, lei... )

- As regras têm que ser concordadas pelo grupo e depois escritas. De agora em diante, terão que comportar-se segundo estas regras. 

15 minutos

  • Eles têm que começar a actuar como se vivessem na sociedade. 
  • Eles têm que decidir se quiseram ficar na ilha o deixá-la. 

15 minutos

Perguntas: como foi o processo? Como se sentem em relação a isso? Foi um acção de democracia? Como? Relacionem os valores que eles decidiram com o RH. 

Reflexão Guiada:

Recursos e materiais:

  • Figurinos para os participantes (se for possivel).
  • Acessórios para usar como materiais e recursos (pedaços de madeira, papel, marcadores, peças de lego, baldes vacios...).
  • Uma imagem da ilha projectada ou numa grande folha. 
  • Uma sala.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • A equipa de trabalho teria que pôr os participantes num humor criativo onde possam ser personagens diferentes deles.
  • O numero de participantes tem que ser tomado em consideração para razões de tempo. 
  • Existe uma segunda versão da actividade onde há dois grupos: os "uns" e os "outros". Os "uns" são os que chegam, e os "outros" já vivem alá. 
  • A mesma actividade de organizar a sociedade será feita em ambos os grupos separadamente embora a historia inicial vai ser diferente. Precisas dois salas e uma maior para representar a ilha. 
  • Os outros têm que contar ao narrador como chegaram á ilha e porque estão ali. depois, começam a apresentar a sua forma de viver e comunicar, eles têm que estabelecer as próprias regras sociais (diferentes daqueles reais).
  • As personagens principais teriam que ser divididas entre os dois grupos. 
  • Se a actividade faz-se num único workshop,pode-se usar para trabalhar sobre a democracia, o respeito e os valores da convivência.  

 

 

O fim duma amizade

Enredo:

O Patrick e a Sophie uniram-se depois da discussão sobre o BOBO; a Alexandra tem-o e o grupo está dividido em dois dependendo dos interesses. Uma parte está liderada pela Alexandra: ela é mais poderosa y quer o BOBO para ele. O outro líder é o Patrick, e quer o BOBO para estuda-lo dado que é um artefacto com símbolos nele. 

O Basheer junta-se com a Alexandra porque ele – sendo um engenheiro- quer estuda-lo, e ele sabe que a Alex terá-o. 

O Patrick e a Alexandra lutam para BOBO e ROMPEM-O!!!

-As personagens são encontradas em "uma viagem até a segurança", a história também começa nesta actividade e continua na actividade "uma descoberta controversa".

 Objectivos:

  • Aumentar a consciência sobre a deficiência. 
  • Prover a solidariedade. 
  • Reflexionar sobre a propriedade.

Tempo:

1 hora

Direitos Relacionados:

  • Artigo 1: Direito a igualdade
  • Artigo 5: Liberdade da tortura e do degrado 
  • Artigo 13: Direito á livre circulação

Descrição:

20 minutos

Descrever a situação e distribuir as tarefas (sentados em frente do mapa) 

30 minutos

Dado que o BOBO está estragado, acontece algo SOBRENATURAL. Parece que "OS OUTROS" desligaram o sol. Os dois grupos (2 personagens para cada um) estão chateado e decidem de separar-se. Ao separar-se, eles apanham duas das quatros cestas de recursos que tinham (ver actividade "uma viagem até a segurança"). Agora só lhes faltam os últimos dois recursos. Precisam apanhar-los mas já há escuridão.

O grupo do Patrick com os olhos vendados deve seguir a linha verde com o grupo da Sophie que os guia sem vendas. 

O grupo do Alex, com os olhos vendados, tem que seguir a linha azul guiado por o grupo do Basheer, que não tem vendas. 

10 minutos

Reflexão, avaliação e encerramento do mapa.

Reflexão Guiada:

 

Recursos e Materiais:

  • O mapa da ilha (larga escala).
  • Figurinos dos facilitadores.
  • As cartas.
  • O artefacto BOBO (verificar o esboço).
  • Aula ou Teatro.
  • Cestas(4 que sejam parecidas).
  • Gizes de cores (duas cores)
  • Fitas de cores (duas cores).
  • Vendas.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Temos duas linhas de cores no chão (podem ser pintadas ou marcadas no chão com fitas de cores
  • O facilitador pode concentrar a reflexão no facto de que dividir o grupo em dois não é a solução melhor porque faz com que as coisas sejam mais difícil. 

 

 

 

 

Festa no farol

Enredo:

O grupo encontra uma mensagem na Árvore Abo: são os Outros que perguntam-lhe sobre o que aprenderam na ilha. Este é o momento de debriefing onde as personagens podem fazer perguntas específicas. Quando eles terminam o debriefing, algumas personagens vai apontar as coisas e pôr-las na árvore. Depois a árvore dá as chaves do farol. Agora todo está listo para a festa no farol!   

Objectivo: 

  • Alcançar coesão no grupo.
  • Chegar até um ponto de avaliação para todas a actividades. 

Tempo:

60 minutos

Direitos Relacionados:

  • Direito em participar na vida cultural da comunidade.

Descrição:

10 minutos

O grupo encontra a mensagem (um pedaço de papel com as bordas queimadas) na Árvore Abo. Eles traduzem-a e descobrem que tem algumas perguntas sobre a experiência deles na ilha.


15 minutos

O tempo para fazer a avaliação onde uma das personagens vai escrever. Posteriormente, põe-se a resposta na Árvore Abo e os participantes recebem a chave para o farol (ver o anexo ou o link:) .

35 minutos 

Tempo de festa! Musica e lanches estão disponíveis.

Depois, do nada, ouvem uma chamada do céu:"Olá! Está alguém ali? Todos abraçam-se em signo de adeus, saiam da ilha e vivam felizes para sempre!"  

Reflexão Guiada:

O objectivo da actividade é a avaliação do processo inteiro, depende do facilitador exigir as perguntas de avaliação mais apropriada para o grupo.

Recursos e materiais:

  • A Árvore Abo pintada numa folha de tripé e colocada na parede (ver a proposta da foto da árvore em anexo).
  • Uma chave.
  • Pedaço de papel com as perguntas. 
  • Musica.
  • Lanches.
  • Decorações, balões ..etc.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • As perguntas e as metodologias de avaliação podem ser decididas dos facilitadores de acordo com a experiência que os participantes viveram através das actividades e as questões de avaliação necessárias. Isto pode ser feito com muitas actividades ademais que com o formulário de avaliação.

Um Desafio para a Comunidade

Enredo:

Parece que a comida for perdida do armazenamento ao lado da floresta. O grupo está aterrorizado de no ter bastante comida para o inverno. O grupo despacha-se para verificar o outro armazenamento ao lado do farol.  Por sorte, a comida ainda está ala mas quem tirou a outra comida? O grupo tem que saber. 

Objectivos: 

  • Construir confiança entre os membros do grupo. 
  • Espalhar a consciência de que estereotipar é contra dos direitos humanos.  

Tempo:

1 hora

Direitos Relacionados:

  • Direito à igualdade
  • Liberdade da discriminação. 

Descrição:

5 minutos

Introdução e ambientação do enredo. 

40 minutos

O facilitador pede aos participantes de se sentarem em circulo. Ele/ela dá uma carta a cada participante. Toda carta tinha um papel nela. 

Eles devem desempenhar o papel indicado na sua carta sem declará-lo. O objectivo é tentar descobrir quem tirou a comida.

Depois de 25 minutos de role playing os facilitadores pedem a cada participante de escrever o nome da pessoa que tirou a comida e não mostra-lo a outros participantes. 

30 minutos

Reflexão guiada (ver detalhes abaixo)

Reflexão Guiada: 

a. O facilitador pede aos participantes de jogar o papel e descrever numa palavra como se sentem.

b. Se alguém gostava, pode partilhar o porque se sente assim.

c. O facilitador pede a cada participante de mostrar o seu papel. Realizarão que ninguém dos membros do grupo roubou a comida.   

d. O facilitador pergunta dois coisas ao grupo: porque é que acusaram um membro do grupo e em que se basearam? Como achas que esteja relacionado á vida quotidiana?   Que aconteceu com a comida provavelmente?   

Recursos e Materiais:

  • Cartas com os papeis. 
  • Papel comum

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Durante o role playing as três personagens principais também teriam que actuar os seus papeis durante a primeira etapa.
  • Papeis sugeridos: marinheiro, decorador, gerente de banco, vários investigadores, várias pessoas discriminadas, cidadãos com diferentes papeis (pescador, mãe, doutor…).
  • Reflexão Guiada: ao final da reflexão guiada os participantes  têm que realizar que não há razões para julgar ou desconfiar outros membros do grupo.

Um caminho

Enredo:

Esta actividade está relacionada principalmente à opção que os participantes escolheram na Actividade 1. se ficar a viver na ilha o deixar-la.  

Opção 1: eles precisarão de obter recursos e lugares para construir as suas casas e ficar ali. Eles entrarão em conflito com os Outros, dado que os Outros não vão gostar de eles construir as casas num lugar especifico. 

Opção 2: eles precisarão de obter recursos e um lugar onde construir um barco para sair da ilha. Eles entrarão em conflito com os Outros dado que os Outros terão medo a ser expostos ao mundo se os recém-chegados conseguissem deixar a ilha.  

Objectivos:

•trabalho de grupo

•resolução do conflito

•Qual é a extensão do uso do poder?

Tempo:

Direitos Relacionados:

Descrição:

Os participantes tomam uma deposição para o futuro.

O núcleo da actividade e CONSTRUIR algo juntos (casas, coisas para pescar e caçar, uma nave... )Eles podem usar os recursos da ilha que encontraram sozinhos ou os recursos que obtiveram das negociações anteriores com os Outros. 

10 minutos

No caso de dois grupos (os Uns e os Outros):

Os Uns constroem as sua coisas, e depois os Outros têm que roubar-las e destruir-las. Os facilitadores podem induzir-lhes a fazer-o, mais eles têm que debater sobres as sua razões (é porque se sentem ameaçados ou inseguros até estas novas pessoas ou só porque eles sentem-se que são mais poderosos do outro grupo).

No caso de um único grupo:

O resultado do trabalho dos participantes foi roubado ou destruídos pelos facilitadores que representam os Outros. O grupo teria que reflexionar sobre a razão porque os Outros lhe fizeram isso (com a ajuda das personagens representadas pelos facilitadores).

45 minutos

O conflito está aberto e eles têm que chegar a um acorde. Os participantes se reúnem (os Uns e os Outros ou os Uns e os facilitadores que representam os Outros). Eles têm que respeitar algumas condições para resolver os seus problemas, mas só têm 15 minutos para fazer-o. Depois disso, têm que apresentar o acorde que decidiram, e a sessão pode-se fechar. (Em caso eles considerassem votar nas suas regras de constituição, eles podiam votar a solução).

20 minutos

Debriefing: Como foi o projecto? Como te sentes em relação a isso? Como alcançaram um acorde satisfatório? Relata os valore com RH. 

15 minutos

Tempo total da actividade:

90 minutos

Materiais necessários para a preparação:

figurinos para os participantes (se for possível), acessórios para usar como materiais e recursos (pedaços de madeira, cartão, marcadores, peças de lego, cestas vazias...), uma sala.

 

Notas e dicas para os facilitadores:

As personagens jogam um papel vital nesta actividade. Teriam que provocar o conflito se não aparecesse e facilitar as coisas se o conflito se intensifica demasiado. 

Teriam que fazer com que os participantes respeitaram as regras decididas para a sociedade para o processo de negociação, em particular no caso em que for necessário o voto. 

Se a actividade se aplica num workshop único, a última parte (resolução de conflitos) teria que ser desenvolvida mais para chegar ao melhor acorde, aproveitando dos conselhos na Actividade Eu/Nós.

 

Descubrindo o poço dos desejos

Enredo:

Malcolm sonhou um lugar chamado Poço dos desejos e sonhou que a Árvore Abo tem um mapa onde podem encontrá-lo. De fato encontram o mapa na Árvore Abo e depois de pesquisa-lo encontram o Poço dos Desejos. Para verificar que o Poço dos Desejos funcione, Jose faz um desejo que se pode alcançar dentro dum dia, mas este desejo será um secreto. Jose fiz o primeiro desejo  para desafiar o Poço: ele aposta que isso não funciona. O seu desejo é que o seu grupo ganhara mas este ficará em secreto até a sessão seguinte. Jose descobrirá no futuro que o seu grupo tinha ganhado e anunciará que o Poço dos Desejos funciona realmente. Depois os participantes escrevem ou desenham os seus desejos alcançáveis e atiram-os no poço dos desejos.   

Objectivos:

  • Alcançar auto-consciência.
  • Melhorar as dinâmicas de grupo. 
  • Alcançar auto-confiança.
  • Expressar desejos, medos e vontades.

Tempo:

30 minutos

Direitos Relacionados:

  • Direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Descrição:

10 minutos

O grupo está reunido à Árvore Abo. O Malcom começa a contar os seu sonho sobre um poço dos desejos onde os desejos se convertem em realidade depois de te-los atirado ali. Também diz-lhe que o mapa que descreve como chegar ao poço está bem escondida perto da Árvore Abo. O grupo encontra o mapa e vai para o poço dos desejos.  

10 minutos

O Malcom diz que ele viu no sonho que teriam que puxar o balde de maneira que eles, ao puxar a corda, encontram ali uma mensagem. A mensagem diz "cada um de vocês, dizem-me um desejo". Depois o Jose decide desafiar o Malcom e o grupo apostando que o poço não funciona e ele atira o papel com o desejo. O seu sonho é um segredo mas foi que o seu grupo ganhasse o jogo. 

10 minutes

Posteriormente o Malcolm encouraja o resto dos participantes em escrever o desenhar os seus desejos realizáveis e os atira no poço. Este é o momento conclusivo onde todos atiram os seus desejos no poço.   

Reflexão Guiada:

Como que esta actividade é para expressar desejos, medos e vontades através de escrevi-los e atira-los no poço dos desejos, não vai precisar uma reflexão guiada.  

Recursos e materiais:

  • Árvore Abo pintada numa folha de tripé e colocada na parede (ver as propostas nas fotografias anexas) 
  • Um poço, ver o link: A well;
  • Um balde
  • Uma corda (da actividade precedente).
  • Papeis, cores, pintura.

Notas e dicas para os facilitador:

  • Esta ferramenta pode-se usar para cada dinâmica de grupo quando se fala de desejos, medos e vontades. 
  • Se queres abordar um problema de um direito humano especifico durante a actividade, poderia usar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que será recebida através do balde (cada artigo estará num pedaço de papel). Depois cada participante desenhará um pedaço de papel com um dos artigos e lerá-o. Se ele/ela acha que o direito está violado na sua realidade, pode atira-lo no poço dos desejos depois de discutirlo com o grupo. Se eles gostam do artigo, podes pó-lo num lugar bem visível para todos.  

Uma decoberta controversa

Enredo:

A Alex dá-se conta que o grupo está a terminar os recursos e distribui as tarefas ao grupo: pede ao Basheer de ir a pescar, pede a Sophie de colher agua e ao Patrick de colher madeira para o fogo. Entretanto ela fica no campo para cuidar da fogueira. 
Na praia, o Basheer encontra um objecto misterioso (chamamos-o BOBO). Esta nova descoberta vai levar uns problemas ao grupo em geral. 
-As personagens são encontrados em "Uma Viagem até a Segurança", a trama começa com actividade também.

 

Objectivos:

  • Lidar com os conflitos causados pela inveja.
  • Fomentar o pensamento criativo sobre Artefacto(BOBO).
  • Promover a empatia (consciência sobre as atitudes.

Tempo:

70 minutos

Direitos Relacionados:

  • Artigo 1: Direito a igualdade
  • Artigo 2: Liberdade da discriminação

  • Artigo 17: direito a propriedade privada.

Descrição:

20 minutos

Descrever a situação e distribuir as tarefas (sentar-se no frente do mapa).

Os grupos vão colher as suas cartas (cartas recursos)

5 minutos

O grupo do Basheer descobre alguma coisa ao lado das cartas e discute/mostra estas aos outros. 

Na parte traseira tem a escrita “BOBO” 

30 minutos

Jogar ao BOBO:

Há três níveis do jogo: 

Maior- (adultos, 30 minutos)- Julgamento das atitudes:

Os facilitadores guiarão um confronto sobre quem tem que ter o BOBO, com papeis "tarefas" que tem atitudes para guiar a discussão até uma determinada atitude que construirá a história até um ponto de desacordo.

Meio- (Crianças e jovens adolescentes)- Duas Partes:

(10 minutos) Os grupos com atitude até BOBO que só eles conhecem e os outros grupos têm que descobri-los. 

(20 minutos) 2-3 crianças estão no palco, cada criança tem um objectivo diferente em relação com um objecto (pode ser o BOBO ou outro). O fim é alcançar o objectivo sem revela-lo. as outras crianças precisam pensar sobre isso, depois todos vamos reflexionar. Pode-se repetir muitas vezes para ganhar a participação das crianças. 

Baixo- (20 minutos) uma parte: 

Fazer a Primeira parte do nível meio. 

 

15 minutos

Disctir e reflexionar com o grupo.

Reflexão Guiada:

  • O que representa o BOBO para ti? 
  • Como apareceu o BOBO na praia se antes não estava ali? 
  • Porque queres o BOBO?

Recursos e Materiais:

  • O mapa da ilha (em grande escala).
  • Figurinos dos facilitadores.
  • Cartas recursos.
  • O artefacto BOBO (verificar esboço).
  • Aula o teatro.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Dependendo da natureza do grupo ou da sua faixa de idade, podes usar outro título para a actividade, que seja mais acessível aos participantes. Algumas ideais: "Uma descoberta conflituosa", "Descobrindo o conflito"
  • Se não fizeram a actividade “Uma viagem até a segurança”, terás que explicar aos participantes que são as cartas recursos ao principio, durante a apresentação da actividade.
  • O facilitador projecta o mapa na área circundante os participantes. De acordo às areas (na aula,) se representam as partes do mapa com os recursos . ????
  • As áreas/lugares no mapa podem ser explicadas com os medos e os perigos caracterizar os lugares.  
  • Podes expandir as possibilidades para os participantes em representar diferentes atitudes, sentimentos etc.
  • Os participantes podem sugerir atitudes.

 

A nossa Comunidade, as Regras

Enredo:

O facilitador autoritário propões que ficar nesta comunidade aleatória não é muito saudável, então ele começa a agir como um ditador, mas dado que o resto não está de acordo com isso, eles propõem de realizar uma reunião, para falar de Política, Económica e regras sociais. 

Objectivos:

  • Criar uma discussão útil com resultados concretos e racionais. 

    Criar uma estrutura para a comunidade.

  • Promover a consciência até a política, a economia e todos os outros pontos que vai sair durante a discussão.

Tempo:

?

Direitos Relacionados:

  • Direito à ordem social
  • Responsabilidade até a comunidade

Descrição:

Provocar opiniões graças às reflexões do facilitador.
Dividir um quadro ou um papel em três secções (dependendo das idades e dos recursos): Politica, Económica, e Social.

Recursos e Materiais:

  • Depende das idades e dos recursos

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Obter consciência politica.
  • Utilizar fotografias e/ou palavras que descrevem alguma situação actual para estimular a conversação e as ideias.

 

 

 

Construindo a nossa actividade

Enredo: 

Todos os sobreviventes que não têm saída, decidem construir um abrigo utilizando o naufrágio que o oceano flutuo até eles. Cada membro do grupo tem algum ferimento: ligeiro, médio o grave.

Objectivos: 

  • Conseguir dinâmicas e interacções dentro do grupo. 
  • Aceitar as deficiências do grupo e lidar com eles como seres humanos e não como obstáculos.

Tempo:

Direito Relacionados:

  • Direito a igualdade 
  • Liberdade da discriminação 

Descrição:

Os participantes elegem um papel da "Caixa da Saude" e têm que actuar como se foram feridos.

5 minutos

Desenhar o construir o campo: os recursos e os limites de tempo a disposição (dependendo do pôr-do-sol) podem aclarar a situação. 

Possibilidades: fazer tendas, camas, acender um fogo, ir à procura de água e alimentos, dar voltas procurar de pessoas.

Reflexão Guiada:

Recursos e Materiais:

  • Caixa da Saúde: ter uma caixa com varias escolhas; perna rota, mão rota, dificuldade de respiração, não pode ver, saudável…
  • Depende dos materiais a disposição.

Notas e dicas para o facilitador:

  • Dar directrizes para a distribuição de grupos/lesões…

O Laberinto

Enredo:

Nastia encontra uma caverna. O grupo vai ala. O grupo decide de usar o poder do Laberinto. Anthony e Jose em particular decidem usar o Laberinto e encorajam o grupo para provar.  

Objectivos:

  • Compreender as emoções e motivações da violência. 

Tempo:

90 minutos

Direitos Relacionados:

Descrição:

10 minutos

Nastia chega ao ponto de encontro e diz ao grupo que ela encontrou um ingresso a uma caverna e conduz o grupo até a caverna. 

10 minutos

O grupo alcança a caverna e encontram os símbolos de duas mãos. Quando tentam resolver estes símbolos descobrem  o poder do Laberinto e que leva um em uma viagem dentro do corpo. 

25 minutos

Anthony é o primeiro voluntário que põe as mãos nos símbolos. Uma das outras personagens (facilitadores) perguntará-lhe onde queria que foramos. Um lugar que te faz orgulhoso e um que te preocupa. Responde que está orgulhoso do seu cérebro e está preocupado para o seu coração (ver a descrição da personagem de Anthony em anexo) Os participantes que estão interessados agarram uma corda que os liga e entram na caverna. O primeiro participante tem uma tocha e os guia pelo mapa no chão (ver os comentes para os facilitadores) Primeiramente, visitam o coração do Anthony. O facilitador disponível naquele momento cria a atmosfera pedindo aos outros participantes de ficar tranquilos porque naquele momento encontram-se no coração e cérebro do Anthony. Depois o primeiro grupo sai. o próximo Laberinto pode ser o José (um dos facilitadores) ou um dos participantes. O processo vai seguir a mesma estrutura, perguntando que parte gostariam de visitar e por que gostavam de visitar este particular órgão. 

25 minutos

O processo vai continuar e depende do numero dos participante  quem está interessado. Não é obrigatório participar. 

20 minutos

O grupo volta à Árvore Abo assim que todos podem partilhar os sentimentos que provaram. T

Reflexão Guiada:

O facilitador pode fazer várias perguntas; como se sentem? Que órgão podem controlar? Qual parte do seu corpo é a mais importante? O que podem fazer para se sentirem melhor? 

Recursos e materiais:

  • Sala escura.
  • Um mapa do corpo humano e e for possível, acessórios como almofadas, móveis, cabos, tubos, bolas que representam o corpo humano. 
  • Uma corda.
  • Uma tocha.
  • Musica e sons.
  • A Árvore Abo desenhada numa folha de tripé e colocada na parede (ver propostas nas fotos em anexo).
  • Mãos pintadas num cartaz com a criptografia.
  • Podes encontrar alfabetos de símbolos neste link:  
  • Mensagens postadas nas mãos; Algumas propostas de mensagens: 
    • Meta as tuas aqui e o Laberinto guiará o teu corpo. mãos.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Esta é uma ferramenta muito poderosa e tem que tratar-se com responsabilidade e consciência. 
  • Se os participantes não entendessem, os facilitadores podem ajuda-los e guiá-los no caminho correto. 
  • Os facilitadores podem encorajar todos em participar se alguém mostra resistência.
  • O facilitador pode decorar o quarto de acordo com seu/sua preferência, por exemplo: por o coração numa esquina de uma forma em que os participantes podem sentar-se; eles podem estabelecer na esquina do estômago, etc.
  • A questão da violência pode sair através de diferentes maneiras; uma pergunta que pode ser feita é: qual o órgão controla a violência?
  • O mapa do corpo humano pode-se fazer em diferentes maneiras:
    • Desenhando um corpo humano no chão com uma fita de papel.
    • Colocando alguns artigos no chão como almofadas para simbolizar o coração, o cérebro etc. 

Fala comigo

 Enredo:

Os participantes estabelecem-se na ilha e enfrentam a situação da existência dos outros. Precisam estabelecer maneiras para se relacionar uns com outros. 

Objectivos:

• Comunicação

• Negociação 

• Aceitação das diferenças.

• Criação de diálogos.

Tempo:

80 minutos

Direitos Relacionados:

Descrição:

10 minutos

Os participantes encontram-se (como grupo ou como representante desenvolvido por um facilitador). Descobrem que não falam a mesma língua. O narrador dá a cada grupo algumas coisas que simbolizam os recursos. 

15 minutos 

Eles têm que decidir como grupo o que precisam dos outros (recursos, lugar...). Têm que reflexionar para que precisam estas coisas (comer, beber, deixar o lugar ...). Têm que chegar até um acorde entre eles. 

40 minutos

Dizemos-lhes que eles têm a oportunidade de encontrar-se três e cada vez podem usar um diferente meio de comunicação. Eles têm diferentes materiais a disposição, como papel e canetas, alguns recursos para ensinar, linguagem corporal...   

15 minutos

Debriefing: Como correu o projecto? Como te sentes em relação a isso? como chegaram a um acorde? Contem os valores que decidiram com RH. 

Reflexão Guiada:

Recursos e materiais:

  • Figurinos para os participantes (se for possível).
  • Acessórios para usar como materiais e recursos (pedaços de madeira, cartão, marcadores, pedaços de lego, baldes vazios...).
  • Materiais para a comunicação durante as reuniões (papel, marcadores...).
  • Uma sala.

Notas e dicas para os facilitadores:

• Se for necessário, as personagens podem "causar" as necessidades de cada grupo.  

• Em relação aos tempos, considera que haverá diferenças entre um encontro de grupos (no caso em que já temos dois grupos), Regarding timing, put into consideration if it is a group meeting (in case we have 2 groups already ), um encontro dum grupo com um individuo o um encontro entre duas pessoas. 

• Esta actividade poderia ser aplicada como único workshop. 

 

 

 

Naufrágio

Enredo:

Depois do acidente que aconteceu ao navio, alguns sobreviventes chegou até a praia desconhecida e alguns dos passageiros estavam flutuando em peças pelo naufrágio. Os passageiros que chegaram com segurança à costa, precisam de tomar a decisão para salvar o grupo flutuante, dado que tinham uma corda. 

Objectivos:

  • Tomar decisões maduras, baseadas na colaboração da equipe.
  •  Aumentar a consciência com respeito ás escolhas relacionadas à pessoa humanas.

Tempo:

60 minutos

Direitos Relacionados:

  • Direito à vida, liberdade e segurança pessoal

Descrição:

5 minutos

Um facilitador dividirá o grupo em 4: o primeiro na costa segura, o segundo o terceiro e o quarto, flutuando no naufrágio.  

Um dos facilitadores (o Criativo) tem que flutuar no oceano com os passageiros. 

O grupo na costa vai decidirá qual grupo salvar.  

A equipe deve encontrar uma maneira "fora da fronteiras" para salvar os três grupos.

45 minutos

Grupos flutuantes devem ouvir a discussão com algumas intervenções para converter que eles merecem ser salvados mais dos outros.

Reflexão Guiada:

Recursos e Materiais:

  • Corda.
  • O resto é opcional, se podem usar outras coisas para aumentar os recursos,dependendo da disponibilidade.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Divide os grupos flutuantes com base nas diferenças, e concentrando-se nas categorias discriminadas.
  • O número dos grupos depende do número dos participantes, do espaço a disposição e das relações entre os participantes. 

Uma viagem até a segurança

Enredo:

Um dia, na praia da ilha, onde eles desembarcaram após do seu barco ter naufragado durante uma tempestade de maré alta, Sophie (uma enfermeira de 45 anos) se dá conta que Patrick (um arquitecto de 27 anos) está a ficar doente por causa duma terrível insolação e sugere a Alexandra (um gerente de departamento de 35 anos) de passar, depois de dois dias na praia, para um lugar mais seguro.

Patrick sugere uma área no sudeste da ilha porque é uma boa protecção. Alex, Sophie e Basheer (um estudante de doutorado de engenharia de 27 anos) sai para recolher coisas para construir o campo.

Objectivos:

  • Despoletar o trabalho em equipa.
  • Aumentar a empatia.
  • Fomentar a coesão.
  • Desenvolver criatividade.
  • Desenvolver as capacidades comunicativas.

Tempo:

100 minutos

Direitos Relacionados:

  • Artigo 2, Ausência de discriminação
  • Artigo 10, Liberdade de expressão 
  • Artigo 29, Responsabilidade para a comunidade

Descrição:

20 minutos

Descrever o mapa para organiza-los na praia.

Realizar a trama.

Dividir os participantes em 4 grupos com um facilitador por grupo segundo as personagens. 

25 minutos

Estabelecer os participantes para colectar as peças de Lego que atribuídos ás suas personagens (vermelho, amarelo, verde, azul).

40 minutos

Construir o campo e acender a fogueira. 

10 minutos

Fechar a actividade. Reunir os participantes e colocar o novo campo no mapa. Reflectir sobre o processo (perguntas de acordo com a idade do grupo...) {ver notas e conselhos}

Reflexão Guiada:

 

Recursos e Materiais:

  • O mapa da ilha (em grande escala)
  • Lego o algo parecido (dependendo do numero dos participantes)
  • Figurinos dos facilitadores
  • As cartas recursos (si foram usadas o necessárias) {ver notas e conselhos}
  • Aula o teatro

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Se pretendesse fazer todas as actividades (Uma viagem até a segurança, Descobrimento Controverso, Uma amizade rota, Um novo inicio) em seguida, podes introduzir aqui as cartas que representam os recursos. Depois, haverá actividades baseadas na escassez dos recursos e sobre as formas de tentar resolver os problemas. (por exemplo 4 cestas: madeira, agua, peixes e frutos).
  • Se o grupo fora muito jovem podes dá-o um esboço de como o campo pode ser. 
  • dependendo da natura do grupo e da idade, podes desenvolver a avaliação do processo em diferentes grãos. 

 

Descobrindo a Árvore Abo

Enredo:

Um avião colidiu em uma ilha onde a maioria dos passageiros sobreviveram misteriosamente. Eles lutam para poder viver na ilha. 
Um dia estão a caminhar a esmo quando de repente encontram uma luz misteriosa. Decidem segui-a e descobrem que leva até uma clareira. No seu meio encontram uma árvore gigante com símbolos, escritas estranhas e fruta exótica. 

Os passageiros descobrem que este lugar é onde teriam que fazer assembleias, tomar decisões e comunicar. Este também é o mesmo lugar onde descobriram a existência dos outros.  

Os passageiros descobriram a árvore gigante. Malcom tira fotos dos símbolos na árvore com uma aplicação que decifra símbolos e criptografias. O seu telemóvel sobreviveu com ele porque tinha-o em volta do pescoço junto a outras coisas de valor. Através desta aplicação, o grupo é capaz de compreender as mensagens escritas na árvore nesta líingua misteriosa. Chamaram-a Árvore Abo e de aquele momento em diante tornou-se o seu ponto de encontro. 

Objectivos:

  • Introduzir o lugar do ponto de encontro.
  • Definir um cenário para o resto das actividades.
  • Realizar a importância de fazer assembleias, fazer trabalhos de grupo e tomar decisões em grupo.

Tempo:

35 minutos

Direito Relacionado:

  • Direito de reuniões e associações pacíficas 

Descrição:

10 minutos

Os facilitadores começarão a sua viagem na ilha como as personagens especificadas na actividade. Seguirão o enredo da actividade onde descobrirão Árvore Abo e decidirão que será o seu ponto de encontro. As personagens explicam que encontraram e convidam os participantes a ir alá e alcançar a árvore. Malcom, com o seu telemóvel, compreenderá as mensagens escritas na árvore. 

10 minutos

Os participantes resolverão as criptografias escritas na Árvore Abo. 

10 minutos

Uma das personagens (que será um dos facilitadores) propõe que uma pessoas deveria provar a fruta, más também deveria avisa-los que é uma fruta exótica. Nastia (que será um dos facilitadores) encoraja os participantes para provar a fruta.

Anthony, que é um pensador reflexivo, diz-lhe que precisam de estar ciente das consequências e convida-os em uma assembleia para tomar a primeira decisão sobre quem será o primeiro a provar a fruta.  

5 minutos

A resolução do problema consiste em que toda a gente partilhe do fruto dado que não causa nenhum problema e é muito saborosa.

Recursos e materiais:

  • Árvore Abo pintada em uma folha de tripé e colocada na parede (ver as propostas da árvore nas fotos no anexo).
  • Alfabetos de símbolos podem-se encontrar neste link: 
  • Telemóvel ou algum tipo de tecnologia. 
  • Fruta exótica.
  • Mensagens afixadas na árvore; mensagens propostas na maneira seguinte: 
    • Resolver conflitos aqui.
    • tomar decisões aqui.
    • Ponto de encontro.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Nesta ferramenta podem-se aplicar muitas variantes.  
  • Encontrar um bom lugar para começar e terminar as actividades na ilha. 
  • Podem-se planear outras actividades; algumas inspirações:
    • Os símbolos podem ser traduzidos.
    • A fruta pode ser usada para cozinhar, curar e na química. 
    • Receber mensagens dos outros.
    • Actividades teatrais.
  • Alguns facilitadores estariam mediando e intervindo para alcançar o objectivo da actividade.

Detrás das montanhas: quem são os Outros?

Enredo:

O grupo está vagando pela ilha para explorar mais e mais, quando de repente eles encontram alguns objectos interessantes que levantam muitas dúvidas sobre a ilha. O grupo encontra duas lanças, um arco, várias flechas, um esqueleto humano, um mapa e uma bússola. Existem outros na ilha? Quem são os outros? 

Objectivos:

  • Agir contra os estereótipos e preconceitos

  • Enfatizar que "Os Outros" é simplesmente mais um "nós".

Tempo:

90 minutos

Direitos Relacionados:

  • Direito a igualdade.
  • Liberdade das discriminações.

Descrição:

5 minutos

Introdução e estabelecimento do enredo.

25 minutos

Actividade A

Os facilitadores pedem aos participantes que criem/desenhem uma imagem dos Outros. Além disso, eles pedem de justificar por que havia esses objectos na ilha. 

30 minutes

Actividade B

Caça ao tesouro: O facilitador divide o grupo dependendo do tamanho dos subgrupos.Casa subgrupo recebe um papel com uma palavra o frase relacionada aos Direitos Humanos. O facilitador pede a cada subgrupo que crie algum tipo de representação e ao resto do grupo tem que adivinhar o contendido do papel num máximo de 3 minutos. Quando o grupo tem achado o conteúdo de cada papel, todo o grupo recebe uma parte da história dos Outros. Depois de ter todas as partes os participantes obtêm a inteira história de quem são os outros.

30 minutos

Terminar: o facilitador resume a história dos Outros.

Reflexão Guiada:

Recursos e Materiais:

  • Actividade A: papel comum/de cores, lápis-ceras de cores. 
  • Actividade B: Caça ao tesouro: um papel impresso com a história de Os Outros e por o outro lado as palavras chaves/ frases apresentadas.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Actividade A:Os facilitadores tentam adicionar fantasia no processo de criação.
  • Actividade B - Dicas para as palavras chaves/frases da caça ao tesouro:
    • Igualdade
    • Discriminação
    • Liberdade (religião…)
    • Pluralismo
    • Mobilidade
    • Direitos (educação, emprego…)
  • Esta história é idêntica à nossa, porque essas pessoas que viviam na ilha tiveram um acidente semelhante e eles tiveram que construir uma comunidade na ilha. 
  • Terminar: Os facilitadores deveriam enfatizar que os outros são apenas outro "nós" com um perfil semelhante: marinheiros, banqueiros, cidadãos ...
  • Também eles deveriam explicar que quando os animais cheiram comida, they crashed where the storage are mas os animais tem medo a luz. Isso é a razão porque nós decidimos de sempre ter a nossa comida no farol.

Um novo começo

Enredo:

Depois de esgotar os recursos das árvores próximas, enquanto a procura de recursos, o grupo do Patrick descobre a Árvore Abo. A árvore tem símbolos similares aos do BOBO: eles percebem que têm uma mensagem que tem que ser decifrada com BOBO. Voltam da Sophie e discutem como traduzir-o dado que só têm a mitade do BOBO por causa duma discussão com a Alexandra (ver a actividade "o fim duma amizade").

-As personagens são encontradas em "Uma viagem até a segurança", a linha da história começa também naquela actividade e continua nas actividades "Uma descoberta controversa" e "O fim duma amizade".

Objectivos:

  • Fomentar o trabalho de grupo, a colaboração e negociação.  
  • Aumentar a consciência da importância de associar-se e reunir-se. 
  • Tempo:

90-130 minutos

Direitos Relacionados:

  • Artigo 19: Liberdade de opinião e informação
  • Artigo 20: direito de reunir-se e associar-se pacificamente
  • Artigo 29: Responsabilidades até a comunidade

Descrição:

5 minutos

Descrever a situação e distribuir as tarefas (sentados em frente do mapa).

10 minutos

Ir à procura de recursos em grupos dependendo das suas tarefas, o grupo do Patrick descobre a Árvore Abo e lembra do BOBO com os códigos e volta para o grupo da Sophie. 

10 minutos

Discussão (guiadas pelos facilitadores, se for necessário) sobre como obter a outra metade do resto do grupo.

10 minutos

O Patrick e a Sophie com os seus grupos vão ao outro campo ( o campo da Alexandra e do Bascheer) e lhes contam da sua descoberta. Eles sugerem de juntar-se para ser capazes de decifrar a mensagem.

15 minutos

Decifrar as mensagens {ver notas e conselhos}. Um deles trata a situação com um enfoque económico para administrar os recursos.

20-45 minutos

Todos juntos, abrir a discussão sobre o conteúdo das mensagens e uma possível solução a tentar obter um acordo. 

15 minutos

Reflexão e avaliação, fechar com o mapa.

Reflexão Guiada:

  • Foi útil separar-se?
  • Em que medida os deveres aumentaram para os indivíduos após dividirem dois o grupo e ao mesmo tempo foram obtidas novas experiências? 
  • Deveríamos desenvolver algum tipo de comercio/ politica de troco? Dinheiro?
  • **** Quem escreveu na árvore? ****

Recursos e Materiais:

  • O mapa da ilha (grande escala)
  • Figurinos dos facilitadores.
  • As cartas 
  • O artefacto BOBO (verificar o esboço)
  • Sala ou teatro
  • Cestas (4 similares)
  • Árvore Abo 
  • Folhas e canetas

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Os facilitadores ajudam a cooperação fazendo com evitar lutas para BOBO.
  • O grupo do Alex e do Basheer são encorajados a comunicar com os outros para trocar recursos.
  • As mensagens na árvore são adaptáveis ás necessidades dos facilitadores.
  • Se o grupo é dinâmico, moedas e dinheiros podem ser desenvolvidos.
  • Os tempos de discussão aberta dependem do grupo.
  • Uma das mensagens na Árvore Abo tem que ver com um enfoque económico para administrar os recursos.
  • Num certo nível, se a actividade continua, (ou perlo menos a Árvore Abo fica visível), duas nações/escolas/grupos que participaram na actividade podem coeçar a escrever na Árvore Abo e os facilitadores trocam o que está escrito, abrindo mais espaço às ideias e imaginação e construir a curiosidade sobre quem está a escrever. {quem são os OUTROS ?????}

 

Eu/Nós

Enredo:

Há um conflito aberto entre os dois grupos de pessoas na ilha. Os Uns construíram coisas e os Outros destruíram-lhe. Cada grupo tem as suas razões para comportar-se desta forma têm que chegar a uma vitória/acordo satisfatório para as duas partes.

Objectivos:

  • Resolução de conflitos
  • Melhorar as coisas 
  • Analisar e reflexionar

Tempo:

60-70 minutos

Direitos Relacionados:

Descrição:

10 minutos

O grupo inteiro senta-se junto, agora sou outra vez normais (não as personagens que estavam a representar). Os facilitadores fazem uma lembrança do conflito que viveram na Actividade Um caminho (especialmente se as duas actividades foram feitas em diferentes dias). 

60 minutos (mais breve se são crianças)

Os términos do acordo da actividade Um Caminho são apresentados para eles. 

Eles estão de acordo com os términos?

Pensam que é la melhor solução possível?

No acordo se respeitam as necessidades e os direitos de todos?

Divide os participantes em grupos mais pequenos e pede-lhes que discutam se existe uma maneira para melhorar os términos do acordo. Podem chegar até uma solução melhor? 

Guided Reflection:

Recursos e materiais: 

  • Folhas de tripé.
  • Marcadores.
  • Uma sala.

Notas e dicas para os facilitadores:

  • Se queres usar-a como actividade separada, o conflito pode-se introduzir com uma representação teatral. 
  • Depois o inteiro grupo se senta junto e os facilitadores explicam algumas soluções, por exemplo: 
    • As casas foram destruídas. O que podemos fazer para manter respeito? O que podemos fazer para evitar violência? 
    • Os recursos foram roubados. O que podemos fazer para parar o abuso de poder? O que podemos fazer para alcançar a necessidade de que todos sejam respeitados? 
    • Dificuldades para chegar a um acordo comum. O que podemos fazer para chegar a um chão comum? 
    • O que é igualdade e o que é justiça? 
    • Discutir cada uma das situações, os participantes se dividem em grupos mais pequenos e têm diferentes temas. Eles tentam alcançar uma resolução e apresenta-la a todos. Os outros participantes podem tentar de melhorar-la.